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sábado, 2 de julho de 2011

A gênese do adendo.


Ding din, ding din, ding din. - Coisas que martelam na cabeça .: Stress contínuo.

Boa tarde, pessoas e pessoas do bem. Boa pra vocês, porque pra mim está uma eterna desgraça. Estou extressado. Estudando pouco, a meu ver; não falo a mais de uma semana com minha namorada; não estou muito fã da minha vida; e não quero falar nem ver ninguém: estou anti-social.
Seria muito fácil fazer um desabafo, mas aí não seria eu. Não desabafo. Sou um narrador machadiano: Quero matar capitu, desdêmona, medéia e minha "baixa-estima", mas ão encontro meios, então simplesmente as critico até o fim do mundo. Terei extremo e delicioso prazer quando esse ano passar. Enquanto isso eu busco sanar minha mente com remédios para enxaqueca, que por sinal, vem atormentando-me.
Curioso título, como sempre. Adendo, a meu olhar atento: Suplemento. O que é o suplemento, se não a arte de complementar algo que está em defcit? Obviamente, a geometria colocará isso como um complemento para 180° graus, mas ignoraremos. Facílimo seria ver que tudo meu, na minha ótica, está em defcit - logo nescessita de suplementos. Em especial, vai fazer um mês que eu estou numa chamada baixa de auto-estima, comprovada clinicamente. Não me sinto feliz com minha aparência, com minhas notas, com minhas relações interpessoais e com nada. E não identifico como isso começou. Atribuo à obra do Maligno.
A gênese da minha nescessidade de adendo não é identificável, mas no geral, a gênese do mesmo é. Você nescessita de um suplemento porque deixou de realizar uma medida X em ralação a any tópico. Ex: Você deixa de ingerir vitamina A, logo, precisa de suplemento vitamínico A.
E para mim? A solução vem identificável em lindas caixas coloridas da Forever Living Products?
Não.
Fondamentalement, eu preciso de ajuda comigo mesmo, já que não vejo meus próprios problemas, que são inúmeros. Mas eu realmente deveria parar de dizer meus problemas a Deus e falar d'Ele aos meus problemas.
A base do suplemento é a nescessidade. Prova? Procure por suplemento na Wikipedia. Não achará e será redirecionado para o suplemento alimentar. Muito menos você achará adendo [e não será redirecionado para nada].
Concluo sumariamente, pessoas e pessoas do bem, que é nescessário um adendo para tudo que não é concluido e perfeito. E que para existir o suplemento, a ajuda, a aid corretos,
é nescessário achar primeiro o princípio, a gênese, a causa do problema.

The end.

PS: Mitologicamente falando, eu podia dizer que Hebe, Apolo, Eros e Atena esqueceram de me visitar. Irônico, não? Me senti a pobre da Calipso agora, hehe...

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Segurança.


Essa postagem foi votação. Começou com Sexo x Arte x Eletrônicos

Primeiros 10 minutos: Sexo - 10, Arte - 1, Eletrônicos: 0
Agora eu encerrei a votação tirando eletrônicos.

Sexo 22, Arte 3.


Bem, pessoas e pessoas do bem, aqui estou eu, falando de um assunto delicado. Mostrando mais uma vez, como eu posso ser inconveniente falando sobre alguma coisa. No caso: Sexo. Puxa, que exclamação na cara de vocês. Acho que vocês nunca ouviram essa palavra. Nunca tiveram um pensamento malicioso, nunca foram/serão adolescentes. Na verdade, alguns até são. E tenho certeza que vocês estão intrigados com o que minha pessoa, o incorruptível, como Robespierre, tem a dizer sobre o assunto.

Tou dentro.

A primeira coisa a fazer, é quebrar esse tabu. Existem dois tipos de sexo: O sexo certo e o sexo errado. O sexo certo é o seguro, carinhoso, amável, que pode ser tranquilo, selvagem, a dois, dentro do casamento, puro e designado por Deus.
O outro é inseguro, maldoso, animalesco, sozinho, em trio, em quartetos bacanos ou mais.

Qual parece melhor? Não me respondam ainda.

Eu queria defender minha tese. Primeiro, o sexo deve ser seguro, entre duas, repito, duas pessoas. Se você tem seu trio ternurinha, meus pesames. No dia que uma tiver ciúmes da outra, em um momento errado, os dentes podem trincar e, bem, vocês me entenderam. O sexo foi criado por Deus? Se não fosse, Adão e Eva não teriam tido filhos, Davi, Noé, Abraão e os outros também. Ou vocês acham que na bíblia os filhos nasciam por pé de alface?
E o outro tipo? Você não tem um parceiro fixo. Ou tem dois ou três, trocando todo carnaval. Ou as vezes é com você mesmo. Eu garanto que se visse essa cena, eu ia rir como nunca. Chega a ser deprimente.

O mal começa no pensamento. Shakira faz She Wolf com um collant da cor de pele. Pronto. Metade dos meninos da minha sala que assistem o clipe ficam com caraminholas na cabeça. Eu gosto de Shakira. Isso é um exemplo. As meninas? Taylor Lautner sem camisa deixa metade das minhas amigas sem dormir direito. Aquela lombriga do Robert Pattinson idem. O que vocês acham que tem de certo nisso. Vocês contaminam seus pensamentos, seu corpo, sua mente. Aí depois bate uma culpa. A pergunta que rola é: "Qual das três tinha sífilis?". Arr. Odeio.

Não estou dizendo que é pra vocês virarem beatas franciscanas que vão fundar uma nação onde a taxa de natalidade seja zero. Onde toda debutante ganhe um cinto de ferro e uma máscara-de-anastácia de presente. Me poupem, sexo é bom e você sabe disso. Agora, vamos ser conscientes, e fazer uma atitude 4:3,4.

Vou deixando por aqui por hoje. Mas amanhã eu posso voltar com esse assunto. Vocês não vão se livrar de mim. Reflitam.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Foliões em euforia.

Aurora de Amor.
(Romero Amorim e Maurício Cavalcanti.)
Meu recife eu me lembro
Minha aurora à janela
Debruçada tão bela
Debruçada tão bela
Sobre o Capibaribe
O seu rio namorado
A sorrir flamboyants
Em vermelhos rendados
E se amando no espelho
Sobre o sol das manhãs
E nessa lembrança
A vida era linda
E a gente ainda
Seria criança
Eu imperador, você imperatriz
E na fantasia a gente sorria feliz
Eu imperador, você imperatriz
E na fantasia a gente sorria feliz
Nessa aurora de amor
E o tempo passou
E a gente cresceu
E o sonho acabou
E a gente se perdeu
Mas quem sabe se agora nesse carnaval
Você colombina, e eu pierrot, a gente se encontra ainda
Quem sabe num bloco de amor
Chamado Saudade.


Toda vez que me perguntam se eu gosto de carnaval, eu respondo que não. Porquê? Porque banalizaram o carnaval.

Pronto.

Hoje em dia, você vai no Galo, o que encontra? Bebida dando na canela, prostituição, pagaismo eufemizado, e todo mundo acha lindo ver uma mulher com os peitos de fora em cima da corcunda de um homem que tem idade pra ser seu pai, quiçá seu avô. Ah, personas, você hoje em dia vai pro carnaval pra perder a virgindade, mas eu tenho o saudosismo de antes de eu nascer, quando o carnaval não era a festa da carne, da irreverência. Quando carnaval era você cantar frevos de bloco, ir em matinês organizadas e dançar com o dedinho pra cima. Arrisco a dizer que o bloco mais saudável que vai passar na segunda-feira vai ser o Bloco da Saudade.

Vocês não percebem o que eu estou dizendo. Eu sou um atrasado, um cretino que quer acabar com a alegria do carnaval. Se for assim, pare de ler agora, porque eu vou falar de algo que vai fazer você pensar sobre o carnaval de uma maneira, no mínimo, mais crítica.

Vocês sabiam que os acidentes crescem muito mais no carnaval? Claro que sim. O índice de DSTs também. Vocês também sabiam? Índices de acidentes? Nem comento. Preciso comparar com quarenta anos atrás? Percebam: Não é que o carnaval seja pura trevas, mas o carnaval das fantasias foi banalizado e transformado numa agência de prostituição, bebidas, e irreverência, sendo as vezes até diabólico. Não estou dizendo que se você for para as virgens você irá para o inferno de dante, sentado ao lado de Bento XVI. Mas reflita na indústria que você patrocina ao se comportar deprimentemente no carnaval. Deixe eu demonstrar:

1 - Você vai para um motel com Lucineide, você acabou de conhecê-la. Isso hoje. Você pega gonorréia. Amanhã ela já tá no Recife antigo. Agora imagine 25 Lucineides nas virgens hoje, Recife sábado e domingo, Encontro segunda, Recife terça e Boa Vista quarta.
2 - Você estaciona seu carro na frente do Paço Alfândega, pra não pagar estacionamento. Você é pirangueiro, não paga seguro. Um bêbado quebra seu carro. Agora multiplique essa situação por 12 todos os dias.
3 - Você bebeu. Legal. Tá na lombra. Agora se manda a 80 por hora em plena Ponte de Ferro e atropela uma velha. Isso multiplicado por 5.

Pegou? Estou exagerando. Talvez, mas é parcialmente verdade. O carnaval deixou de ser contido e saudável, e meu álibi é o mundo. A informação é totalmente verossímil. Não existe mais vagas para sanidade em uma festa tão VL.

Eu vou passar uma semana fora, num retiro espiritual, não porque eu sou super-crente, mas porque quero ficar fora dessa onda de excessos. Eu quero me divertir, e esse ano, ir para o bloco de Cristo. Excesso, só de Deus.

Juizo nesse carnaval, espero que todos se divirtam muito, consientemente.
Deus abençoe vocês, pessoas e pessoas do bem.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Café com os Bórgias.



Pessoas e pessoas do bem,

Sabem, eu acho incrível, estava refletindo hoje, a falsidade. Vamos, não me apedrejem. Não é bacana, digno, supimpa nem nada. Só incrível. Você olha pra uma pessoa, conversa, bate altos papos enquanto tenciona colocar veneno no seu pirão.
Vamos lá, isso não é novidade, façam um esforço, pessoas sem nenhum pecado. Você não gosta de Cicrana. Adora falar mal dela, acha ela a padricinha metida a besta do pedaço. Acha Etevaldo o galeroso mais tosco que a terra já ruminou, mas na frente deles é só beijo e abraço, quando na verdade, deveria ser xau e benção.
Como eu disse em outro post, não é a máscara que nós pomos que nos faz perfidamente cênicos, tão bons como qualquer Sean Connery e Shirley Templar? Venhamos e convenhamos, não somos sinceros, e então, como é que nos comportamos sobre isso?



Legal. Você acaba de descobrir que é mal >=). Está arrasado(ou se faz, afinal, você é um cínico.)! Como se sente. Arrasado. O que você quer? Arrasar os outros. Vamos para um colégio público, no interior do Acre, se é que existe vida lá. E existe. Um grupo de patricinhas está ocupado em segregar minúsculos projetos de usuárias de salto-plataforma. Como elas se sentem? Mara! Loucas da vida. Humilham os outros e se acham as divas-glamurosas-edwardglitterculllen do pedaço. Digníssimo? Do ponto de vista sociológico sim. Olhe quanta riqueza processual você tem aí: Bullying, lei do mais forte, panelinhas, maldade contida... E se você observar futuramente, talvez alguma cometa uma Fuga Durkheiniana.

Do ponto de vista sensível é uma catástrofe. Todas as pinkies mereceriam um café digno na prezada compania de Lucrécia Bórgia. Nós segregamos semelhantes, espalhamos discórdia, provocamos conflitos e por quê?

Porque se Couve-flora souber que você não gosta dela, você perderá seu status de popularidade.

Fico por aqui, mas reflitam que falsidade por falsidade, por nao querer ser prejudicado futuramente não é um bom negócio. Do resto você se vira. É contornável.
Não use teatro assim, indigno.

Fiquem com Deus.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Propaganda.

Sabe quando você quer postar e não sabe sobre o que postar? C'est moi.

Mas estou postando, Ouvindo Coldplay e Lady Gaga, e pensando em nada. Então eu antes de começar uma postagem simples sobre alguma coisa, eu vou fazendo uma seleção de postagem de vários Blogs de amigos ou não que possam te entreter, porque quem está estressado da segunda-feira, merece relaxar na terça.

Blog de amigo da semana.
Sadismo
Dica útil
Tense Lupus
Melhor vídeo de música da semana - Escolhido por votação.

Quem quiser sugerir alguma coisa, eu quero fazer esses links da tensa-alteração semanalmente, segunda ou terça, então colaborem comigo mandando por comentário. 1bjs.

Agora, pessoas e pessoas do bem, eu queria fazer um pré-post sobre o que será amanhã. Isso, meu curso, minha faculdade: Publicidade e Propaganda. Tenso, mas eu queria deixar aqui umas imagens sobre publicidade e arte digital.



Massa, né? Bem digna essa parada de arte digital, ligada a publicidade.

Bem, fico por aqui hoje, pessoas e pessoas do bem. Até amanhã. Fiquem com Deus.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

A quinta parede Vostök.




Existem pessoas e existem pessoas do bem. Uma dessas é você. E oi a vocês.

Como prometido, amigs, teatro. Mas eu não tenho a mínima idéia de como escrever sobre teatro, então, vai na doida. Primeiro eu gostaria de definir o que é teatro, já que diferentemente de música, teatro é tão vivo que se não for sintetizado por Aurélio, não seria por mais ninguém. Mas não quero sintetizar, quero transformar, aumentar, dimensionar de forma colossal o teatro vivo da alma.
Um pouco de história: O teatro surgiu, afirmam estudos, no Egito, como forma de culto, mas pouco se sabe sobre esse teatro. O teatro passa ao seu conhecimento no mundo clássico pela mão dos cultos a Afrodite e Apolo, na bela antiga Grécia. Anfiteatros, falas decoradas, nada de emoção, improviso ou ensaio único, isso permaneceu até os mambembes da idade média, mas nunca deixou de ter vida. Imaginem agora.

O teatro, puxa o calor, do público, aflora as emoções ao ponto em que você não sabe o que é real, o que é imaginável, imaginário e dimensionável, porque de tão colossal, o teatro acaba passando a dimensao exagerada, mas ainda assim plena, dos mais profundos sentimentos humanos, quantas paredes o consiente atravessa até o papel pleno? Até quando você é morto por um leão de personalidade pra formar um personagem?



O documentário de Eduardo Coutinho "Jogo de Cena", que eu assiti um trecho ontem, é a perfeita expressão do personagem. Como a Medéia é plena em ação, como a vida é interpretada, como é a síntese da vida de uma pessoa em um olhar, para enterpretar e empatizar em tudo com a pessoa? Francamente, pessoas e pessoas do bem, não tenho eu como olhar para isso sem me emocionar, e ver como é a essencia da personalidade humana, que, acima de qualquer suspeita, é uma caixinha de surpresa.

Vejo ainda, como na acidez do cotidiano, em meio a chefes, chefas, políticas e carros com auto-falantes que tocam Maria Cecília e Rodolfo, as pessoas tem tempo para montar suas máscaras requeridas em todo e qualquer ponto do seu cotidiano, em cada meio e ambiante, em cada face da sociologia presente, em cada lugar, até na barriga da mãe, onde você se passa por meigo bebê, quando na verdade é um sádico babyssauro chutando impiedosamente a barriga de sua mama. Você adora mascarar, atuar, e não pode fugir dos holofotes que o cercam, a cada um dos cinco elementos que te rodeiam.

A cada uma das cinco paredes, onde você é morto por um leão, e tem que reconstruir a máscara da vida de cinco em cinco minutos, sobre uma face esgotada.

Bem, não entendo vocês, mas eu mesmo adoro viver e adoro atuar, mostrando vida e matando leões, turbulências, engolindo sapos, engolindo sábados a fio, e até mesmo aguentando quem põe Batidão Sertanejo no volume máximo. Eu não me importo, eu vivo a vida que Cristo me deu, e eu vivo feliz, mesmo que tenha que aguentar tudo por ele, e eu atuo por ele.

Minhas saudações,

.


PS: Quem mandou uma mensagem falando do show de Restart dia 27 na Nox, ganhou de presente a cova 326 do Cemitério dos Ingleses. Faça bom uso.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Narinha.



Bom domingo, feliz início de semana.

Pessoas e pessoas do bem, eu estava hoje voltando da igreja e pensando no que eu escreveria aqui. Eu tinha duas idéias. Música e Teatro. Optei pela música, recebi sugestões e vou deixar o teatro para amanhã ou terça. Antes de outra lazarenta não-tão-dissertação medíocre de minha parte sobre um assunto tão, mas tão importante, que causou escândalos, revoluções, suicídios ideológicos e, afinal, felicidades incontáveis, misturas de sentimentos e todo esse rococó figurativo neo-expressionista que Zeca Baleiro fala, eu quero perguntar, Dá pra definir música? Não me respondam ainda.
Eu não sei vocês, gênios fãs de crepusculixo e Restart, e alguns partidários de Anne Rice e Rita Lee, mas eu jamais descreveria música de uma maneira concisa. Aurélio Buarque de Holanda deve ter chorado sangue quando chegou na letra M. A música é alma, é vida, é até a literatura de ontem e o teatro de amanhã. Mas, no geral, o que é a música? Eu considero música quando eu ouço o Brilhante gênio Antônio Brasileiro Jobim tocando Wave, entretanto, meus amigos torcem o nariz e fazem cara de "Seu-vigário-onde-está-minha-farofa?" porquê, venhamos e convenhamos, não se agrada a gregos e troianos.

E ainda querem que eu ache belo quando eles falam "Escuta essa música!", violentam meu tímpano com o fone de ouvido e querem que eu vire o maior fã de Banda Djavu e saia cantando no carnaval "Gatinho bonitinho, o que será que aconteceu."
Novamente, pessoas e pessoas do bem, me poupem e me economizem.
Eu não vou obrigar vocês a ter meu gosto músical, mas pra Mozart compor uma sinfonia com cinco, frizo eu, CINCO anos, no mínimo, existe algo a ser escutado, e nem que fosse "Rebolation é bom" eu escutaria, porque é uma droga de um fedelho de cinco anos dedilhando um piano como se fosse a coisa mais fácil do mundo. Assistam "Amadeus" de puderem.



Ludwig Van Beethoven, autor de Sonata ao Luar e outras jóias do clássico, tidas como muitos como músicas lentas e chatas, e até Música de Telemarketing, a respeito de Por Elise. A nona sinfonia, conhecida como Ode to Joy ou Ode 'a Schiller ou até Ode a Alegria, enobrecida com corais, sendo cantada em Viena, em Camberra, em Belfast e em muitos outros lugares.

Sabe o surdinho da esquina que fica fazendo "Jutsus de Naruto" a torto e a direito?(Dói, mas eu ouvi um adulto dizendo isso e decididamente isso empobreceu o ambiente.) Pronto. Beethoven era surdo, não ouvia nada, Napoleão poderia estar invadindo a alemanha e ele não saberia, mas ele ouvia as notas na sua cabeça e compôs a nona.

E tem gente que diz que é boazinha, mas quando aparecem cine e NXZero, só falta terem um ou dois piripaques consecutivos só de ouvir falar. Não estou querendo que todos agora, virem fãs de Rachmaninoff, nem das minhas preferencias músicais, como Folk(Isso exclui Mallu Magalhães, cuja aparição andrógina me agonia.), Bossa Nova e algum Rock, mas eu queria que pelo menos vocês pudessem ser mais ecléticos, prestar atenção na letra da música(Porque Piriguete e Créu merecem eternas trevas.). Mas enfim, voltando ao ponto primário e finalizando-o.



Depois de tudo, dá pra sintetizar Música(com letra maiúscula, ela merece)?